sexta-feira, 27 de julho de 2012

Quando ele não te responde

Hoje puseram esta imagem no mural do meu facebook. E o que eu me ri. Obrigada à R.




True friends


Anteontem, depois de alguns meses, fomos jantar as quatro juntas outra vez. De novo um jantar de drama como não se via há algum tempo. É tão bom quando estamos juntas, todas com feitios completamente diferentes e vidas que provavelmente não se cruzariam em circunstâncias normais. A J. é a mais "crescida", aquela que de certa maneira toma conta de nós, a com mais energia, que é capaz de se levantar super cedo  para fazer tudo e mais alguma coisa incluindo ir ao ginásio; a menina que tem sempre ideias mega originais para oferecer presentes (incluindo chocolates quando por alguma razão não estamos bem). A M. é a rapariga que dá na cabeça e que te diz tudo aquilo que tem para dizer, mesmo que às vezes custe ouvir; ela gosta tanto do carro como de nós. Ouve sempre aquilo que temos para dizer com a maior das atenções. A S. é a independente, a despachada (anda sempre a mil). Com ela não há problemas nem dramas que resistam, é tudo elevado a uma "descomplicação" quase impossível a qualquer mortal. Por fim eu, a mais nova e mais inconstante, aquela que tem dramas intermináveis. Esta diferença resulta numa amizade que se completa, que resulta. Sei que vamos estar lá sempre umas para as outras...e é tão bom quando se tem pessoas assim.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Believe


"We're just trying to find some meaning in the things that we believe in"

(The Script - Science & Faith)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Birdy

Andava eu a passear pelo youtube quando me deparo com uma rapariga de voz enormeee. Birdy tem apenas 15 anos. Não são todas as pessoas que têm uma voz destas e também não se encontram vozes destas todos os dias por aí aos pontapés. Porém nem só de uma boa voz se faz a música e esta rapariga canta com alma (pelo menos a mim parece-me). Gostei muito, deixo aqui três músicas.




domingo, 5 de fevereiro de 2012

Move yourself or not



     Se todos voltássemos ao sítio onde nos conhecemos não havia quem precisasse de esperar sem se mover. Se conseguíssemos regressar a esse lugar certamente encontraríamos alguém à nossa espera. Mas muitas vezes o que acontece é não sabermos o caminho de volta para a felicidade de algo que nos preenche… ou preencheu. Outra coisa será não termos a certeza de ser por nós a espera de alguém.
     Já acordámos a sentir a falta de alguém, porém deixamos o tempo passar sem sequer pensar na forma de o evitar, por exemplo fazendo com que esse alguém acorde ao nosso lado.
     O orgulho pode estragar tudo e esconder muita coisa. Há dias em que devemos de abdicar desse mesmo orgulho para voltar a correr até aquele canto onde esperam por nós.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Novo acordo ortográfico

     Não concordo com o novo acordo ortográfico. Sei que muitas vezes a nossa língua passou por transformações, antigamente farmácia escrevia-se "pharmacia". Mas agora não se trata da mesma coisa, o que outrora foi uma simplificação da nossa língua, hoje em dia é uma perda de identidade. Chamem-me antiquada, pouco aberta a novas ideias, o que quiserem, mas não concordo.
    Vasco Graça Moura decidiu não aplicar o acordo ortográfico no local que dirige e outras instituições fizeram exactamente o mesmo. Hoje quando, pela manhã, dei uma olhada nos jornais encontrei esta notícia. Certo que estas coisas não podem ser tomadas como lutas pessoais, mas a verdade é que o acordo só será aplicado de forma geral em 2014. 
    Eu sei que tenho que começar a escrever com o novo acordo ortográfico, principalmente em documentos mais importantes e oficiais, mas não é fácil uma pessoa que sempre escreveu de uma forma ter que escrever com menos letras. Uma das palavras que me faz mais confusão é "Egipto" que agora é "Egito". Raciocinando: egípcios não mudou, mas só se escreve desta forma porque "Egipto" tinha um "p". Sendo assim qual é o sentido de agora egípcios continuar a ter aquela letra. Pode parecer que não sou compreensiva, mas há coisinhas que não me encaixam.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

De certas conversas

     Da conversa de dois miúdos, que deviam ter os seus dez anos, sobre as supostas namoradas:
"- Ah eu tenho medo de não lhe conseguir obedecer. E tenho medo de perder a amizade dela."
    Adoro a ingenuidade das crianças ao falarem de amor e amizade. A forma como eles abordam estes assuntos fascina-me. Afinal as coisas não são assim tão simples, perder amizades nunca é agradável e obedecer a raparigas nestas idades muito menos. 
     A verdade é que mais tarde os dilemas continuam iguais mas vistos de forma completamente diferente, a obediência passa a chamar-se cedência e o facto não será perder a amizade, mas sim saber separar as coisas.
     Dever ser engraçado assistir a uma conversa destes dois rapazes daqui a dez anos